Archive for the 'Previews' Category

28
fev
08

Hands On Preview: The Dishwasher: Dead Samurai

The Dishwasher: Dead Samurai é um side-scroller com uma história interessante e um visual bem diferente para um jogo 2D. E, pelo que pudemos jogar, tem variedade o suficiente para mantê-lo interessante, mesmo com uma jogabilidade repetitiva.

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A história gira em torno de um lavador de pratos anônimo que tem seu coração removido por um grupo de ciborgues do mal e decide buscar vingança.

Como o lavador sem coração você pode usar vários tipos de armas cortantes, pular em paredes, dar cambalhotas e desviar de ataques dos robôs armados que querem lhe destruir.

Usando os dois botões de ataque (ataque rápido e ataque forte) você pode fazer combos normais ou aéreos. Que ficam bem bonitos no visual do jogo e são muito bem animados, mas não há muita variedade nos combos e eles não são tão eficientes para acabar com os inimigos quanto apertar X e Y repetidamente.

O visual do jogo é bem estilizado e chama muito a atenção. O preto domina a maior parte dos cenários e dos personagens, todos com um look de desenho a lápis e um toque gótico que combinam muito com a ação e a violência descompromissada do jogo.

Por enquanto The Dishwasher: Dead Samurai parece estar no caminho certo e devemos ver uma versão final do jogo sendo comercializada no Xbox Live Arcade no final do ano (o jogo já tem contrado de distribuição para o Live Arcade, logo não sairá como um jogo grátis do XNA Community Games).

20
fev
08

Hands On Preview: Little Gamers

Hoje sete jogos criados por usuários do XNA (plataforma de desenvolvimento de jogos da Microsoft) tiveram versões de demonstração colacadas para download grátis na Xbox Live. Hoje eu enfrentarei a longa tarefa de jogar os sete demos e postar minhas impressões aqui.

Lembre-se que estas são versões de teste do jogo, logo estarei avaliando o jogo em seu atual estado de desenvolvimento. Quando as versões finais forem lançadas reviews serão feitos.

Little Gamers é um jogo com gráficos feitos em flash, visual fofo e muito sangue.

Em Little Gamers você controla um garoto que chega em casa e encontra-a invadida por hippies (malditos hippies!). Então sua função é bater nos invasores que amam livremente.

Outras fases do jogo mostram diferentes inimigos, como agentes do FBI, soldados, ninjas e até gueixas (eu sempre soube que um dia ia encher uma gueixa virtual de porrada com um bastão de madeira).

A jogabilidade é simples, você pode pular, trocar de arma (entre várias, desde uma faca a um lança mísseis, passando por várias armas de fogo e objetos cortantes), dar cabeçadas e usar itens especiais. Estes itens são bem variados e tem efeitos de curto prazo, como uma cerveja que lhe deixa ativar um modo bullet time, uma margarida que mata os inimigos ou um café que lhe deixa super forte e agressivo.

Os efeitos sonoros são muito bem feitos, a trilha sonora é variada, divertida e bem executada.

Os gráficos são os de um jogo em feito em Flash (porque originalmente ele é um jogo feito em flash), mas é bem divertido ver personagens pequenos e cabeçudos sangrando, explodindo e sendo dilacerados.

Se o jogo final tiver um bom número de fases e um modo cooperativo online ele deve ser uma compra certa para quem adora violência e jogos beat ´em up.

20
fev
08

Hands On Preview: Jelly Car

Hoje sete jogos criados por usuários do XNA (plataforma de desenvolvimento de jogos da Microsoft) tiveram versões de demonstração colacadas para download grátis na Xbox Live. Hoje eu enfrentarei a longa tarefa de jogar os sete demos e postar minhas impressões aqui.

Lembre-se que estas são versões de teste do jogo, logo estarei avaliando o jogo em seu atual estado de desenvolvimento. Quando as versões finais forem lançadas reviews serão feitos.

Jelly Car é um jogo igual ao flash game Dirt BIke, mas usa um estilo visual que lembra desenhos feitos a mão.

A jogabilidade é simples. Você controla a inclinação do carro, acelera-o ou dá ré e há um botão para deixar seu carro gigante.

As pistas são criativas, curtas e são verdadeiros puzzles que devem ser resolvidos.

O maior problema do jogo é o da diferença entre a dificuldade das pistas, tendo fases muito fáceis e outras bem desafiadores. Mas é um desafio que vem de não saber para onde ir porque não há como ver a pista inteira.

Espero que a versão final nos deixe criar pistas e veículos e que haja uma função para salvar replays.

20
fev
08

Hands On Preview: TriLinea

Hoje sete jogos criados por usuários do XNA (plataforma de desenvolvimento de jogos da Microsoft) tiveram versões de demonstração colacadas para download grátis na Xbox Live. Hoje eu enfrentarei a longa tarefa de jogar os sete demos e postar minhas impressões aqui.

Lembre-se que estas são versões de teste do jogo, logo estarei avaliando o jogo em seu atual estado de desenvolvimento. Quando as versões finais forem lançadas reviews serão feitos.

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Como vocês já devem ter lido aqui, o jogo TriLinea foi desenvolvido por um time de três brasileiros, sendo o primeiro jogo brasileiro disponível na Live. Nele você tem que usar peças parecidas com as de um jogo de dominó, em que cada lado tem uma cor. Juntando três “quadrados” de mesma cor você os elimina do tabuleiro.

Os diferenciais de TriLinea vêm da adição de alguns elementos de RPG. O primeiro é o de uma barra de HP (Hit Points) e outra de mana. Os hit points são sua vida, da qual pontos são tirados quando o oponente elimina peças. A mana é utilizada para usar-se os feitiços. Há oito feitiços diferentes e você escolhe quatro para utilizar antes de cada partida. Durante o jogo você os utiliza apertando um dos quatro botões frontais do controle (A,B,X e Y).

Uma partida consiste de você e um oponente tentando acabar com a energia do outro formando grupos de três ou mais quadrados. Como não há turnos, os dois jogadores movimentam e largam peças ao mesmo tempo, o tempo inteiro, é muito fácil se esquecer dos feitiços, ainda mais numa partida de ritmo mais acelerado.

Um problema com os spells é o fato de nada te avisar quando um feitiço é usado pelo oponente. Isso é especialmente chato quando você está sob o efeito do feitiço que inverte seus controles, porque as vezes você pode demorar para perceber isto. Também falta um indicador que mostre qual é a sua peça e qual é a do oponente.

Os controles não são muito confortáveis, você larga sua peça usando o RT e a rotaciona usando o RB e o LB, algo não muito ortodoxo e com que demorei para eu me acostumar.

Os gráficos são bem feitos e comparáveis a jogos mais antigos do Xbox Live Arcade, como Marble Blast Ultra e Feeding Frenzy.

Os efeitos sonoros são muito ruins e chegam a ser irritantes. A música de fundo é bem genérica, mas não distrai.

Além do modo Versus, onde se joga contra a inteligência artificial, há o modo Story, onde há um contexto para as “batalhas”.

Uma introdução em texto diz que TriLinea é uma invenção dos deuses e que eles forçaram a humanidade a usá-la para suas batalhas, onde não se arrisca a vida e sim a sua moral. O seu personagem não tem nome, ainda não entende o que o levou a começar a jogar TriLinea (talvez ele tenha começado a jogar para fazer um Hands On para o Audiogame). A primeira batalha é contra um tal de Batrain, que parece ser um mestre de TriLinea ou algo do tipo. Ele o informa que quem ganhar o campeonato de TriLinea será enviado a uma missão especial.

No final das contas há conceitos legais em TriLinea, mas há muito a ser consertado antes de se ter a versão final do jogo. Tomara que os desenvolvedores tenham tempo para melhorar bastante TriLinea e fazer com que a única coisa que ele tenha em comum com Erínia seja a sonoridade do nome e não a sua qualidade.